quinta-feira, 28 de abril de 2016

STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA

O RETORNO DA FORÇA

Sinopse: Trinta anos após a derrota do Império Galáctico, Luke Skywalker, o último Jedi, esta desaparecido. Surge uma nova ameaça: A Primeira Ordem, que tenta governar a galáxia com novas leis. Apenas um novo grupo de heróis pode pará-los. Um stormtrooper desertor, um piloto e uma catadora de lixo de um planeta deserto, juntamente com a ajuda da Resistência, uma nova linha de defesa liderada pela General Leia Organa.  

Já estava ficando com saudade deste espaço cinéfilo. Ficou óbvio a impressão de que havia abandonado completamente o post(o). Sem delongas, estou de volta! E que bela maneira de retornar junto com a força, não é mesmo? Um dos filmes mais inesperados e depois dos mais aguardados da história do cinema. Não tem jeito. Escrevo aqui como um apaixonado, aficionado, por Star Wars vulgo Guerra nas Estrelas. A melhor criação da indústria do entretenimento e da cultura pop. Virou uma marca  e com uma legião de fãs. Uma verdadeira mitologia sobre heróis (leia Joseph Campbell: " O herói de Mil Faces"). 

A produção de três trilogias era falada já na década de 1980. George Lucas contaria primeiramente a história do meio (Episódios IV, V e VI) e posteriormente o prólogo (Episódios I, II e III) o que já demorou dezesseis anos depois da trilogia original. Sabe-se lá Deus quando o Mr. Lucas produziria (ou pior, dirigiria) os Episódios VII, VIII e IX.  A balburdia e a críticas dos fãs mais antigos e mesmo da crítica especializada, sobretudo a malhação em cima do Episódio I "A Ameaça Fantasma" (1999), nota-se que Lucas continuou a fazer os outros dois meio que forçado. A revelia, imagino, porque ele teve que fazer mudanças e apostar cegamente na tecnologia digital. O uso abusivo desta ficou a desejar em muitos aspectos. Mas, sendo fã, nada que deteriore o prazer de assistir aos filmes da saga. Bom, sem entrar muito nesses detalhes, vamos a falácia da nova produção. Era certo de que George Lucas não iria se envolver (nem sequer na produção executiva) dos novos filmes. O homem, cheio da grana, já estava determinado a se aposentar do mundo do cinema e passaria a bola para outros. No caso, a amiga e produtora de sucesso Kathleen Kennedy ( de filmes do colega Steven Spielberg e do marido e também produtor e diretor, Frank Marshall). Toda a turma já havia realizado juntos a série Indiana Jones sob a batuta direcional e artística de Spielberg. O próprio Lucas resolveu passar a Presidência da sua mega empresa, a Lucas Film LTD para Kennedy. E a notícia me deixou maravilhado e pensei: vão produzir mais filmes de SW! E, a venda de tudo para a companhia Disney, foi também a força motriz, mas Kennedy se encarregaria da produção de todos os filmes sem a participação do criador. 



Lucas entregou um tratamento da nova Trilogia quando o mesmo vendeu para Disney em outubro de 2012. Todo o trabalho era também do roteirista Michael Arndt (responsável por alguns sucessos do estúdio de animação Pixar como o recente "Divertida Mente" e "Toy Story 3"). Alguns diretores foram convidados. Pasmo ao saber que mandaram um convite para David Fincher (Clube da Luta, Garota Exemplar). Outros nomes como Brad Bird (Os Incríveis, Missão Impossível: Protocolo Fantasma, Ratatouille) e Guillermo del Toro (O Labirinto do Fauno, Pacific Rim - Círculo de Fogo, HellBoy), tinham mais relação com o gênero, mas estavam comprometidos com seus próprios projetos. Eis que surge o nome oficial do diretor e produtor J.J. Abrams, fã nerd declarado e que já havia realizado com sucesso os novos filmes da saga Star Trek - Jornada nas Estrelas, um parente próximo de Star Wars. J. J. com os seus polêmicos "flares" foi a escolha óbvia. Mas, o trabalho inicial de Arndt foi praticamente rejeitado e várias coisas foram recriadas. Entrou na trupe um nome importante da saga, o roteirista e também diretor (realizou o ótimo "Corpos Ardentes", de 1981 - vide no blogue) Lawrence Kasdan de obras como "Os Caçadores da Arca Perdida" (um dos melhores roteiros que já li - inclusive ele escreveu à época tudo a mão!) e, evidente "O Império Contra-Ataca" (1980) e "O Retorno de Jedi" (1983).  Kasdan, sem dúvida, e com toda a sua experiência e entendimento com a saga, acrescentou tramas importantes e decisivas e o mais curioso é que inicialmente ela havia entrado no projeto apenas como consultor. JJ, um entusiasta, disse que a chave para o sucesso e aceitação do filme seria voltar às raízes do primeiro Guerra nas Estrelas e basear-se mais na emoção do que na dissecação de tramas, um erro adotado por Lucas no prólogo com explicações desnecessárias de política e células biológicas que materializam a força. Aliás, a força era o grande achado dos primeiros filmes com a icônica fala: "Que a Força Esteja com Você." Portanto, nada de fazer um novo Ameaça Fantasma que é mais explicação científica e politicagem do que ficção-científica. Particularmente, nunca considerei Star Wars propriamente uma série de ficção-científica. Isso é mais para Star Trek que é a representação perfeita da Sci-Fi já idealizada em todos os tempos. Na época do primeiro filme era preciso explicar de que não se tratava de uma Space Opera devido ao sucesso absoluto de "2001: Uma Odisseia no Espaço" (dirigido por Stanley Kubrick, 1968). Assim sendo, Star Wars é mais quadrinho, aventura inspirada em obras infanto-juvenis como "Flash Gordon" e "Buck Rogers" com guerreiros, robôs, princesas e vilões típicos. Resumindo: é uma deliciosa aventura espacial. 



O barato de "O Despertar da Força" (e frisado pela Disney em toda a campanha publicitária que irá chamar os filmes desta trilogia [e os da antologia spin-off] sem a aparição de números de episódios, como era antigamente), é que é um pouco reboot e ao mesmo tempo continuação. Absolutamente evidente para quem já é fã antigo de que a estrutura narrativa é similar a "Uma Nova Esperança" e "O Império Contra-Ataca". Quanto a trama? Existe um herói que descobre uma nova jornada se envolvendo dramaticamente em todos os aspectos e descobrindo poderes adormecidos ou também com um plot decisivo que irá mudar enredos futuros. Em "Império" era a revelação do pai de Luke sendo Darth Vader e neste é a morte de um personagem principal. Não somente isso, visualmente é parecidíssimo com a trilogia clássica. Um planeta deserto, um planeta de gelo, um planeta florestal, uma estação bélica, uma cantina/bar repleta de monstros, etc.  Sem contar que tiveram o bom senso de fazer um belo casamento equilibrado entre a utilização de efeitos especiais práticos com uso racional da tecnologia CGI e também por captura de movimentos. Mas, grande parte do filme é "sólido", construído de verdade. As naves clássicas como os caças imperiais (agora da Primeira Ordem) e os famosos X-Wings dos heróis. As mudanças de design, de tudo, são sutis e bem originais (até mesmo a armadura dos soldados stormtroopers). 

Falou-se muito da consultoria criativa de Lucas e o seu envolvimento com o filme que inclui participação em reuniões da história. Para mim isso até agora é muito nebuloso. Ele é detalhista e criterioso em dizer que os veículos deste mundo não tem rodas. Eles voam com antigravidade, por exemplo. Famoso por apontar o que usaria e o que não usaria no filme, o cara deixava os desenhistas, arquitetos, doidinhos. Creio eu que ele não fez absolutamente nada quando o filme passou a ser produzido. Em janeiro de 2014, JJ confirmou que o script-roteiro estava finalizado. No mês de Abril foi falado de que os novos episódios serão enredos originais e de que não contará com qualquer uma das histórias do Universo Expandido, cânones, vistos em games, livros e quadrinhos já realizados antes do lançamento de O despertar da Força.  No entanto, elementos podem ser incluídos nos filmes baseando-se na ótima trama feita recentemente em animação, o sucesso  a qual me refiro é: Star Wars Rebels (já produzida pela Disney). 

Depois de muitos boatos, o filme finalmente estreou e devo dizer que fiquei satisfeito. A escolha do novo elenco é bem acertada. A polêmica de ter como protagonistas uma mulher e um negro deu ainda mais visibilidade e curiosidade para uma nova geração de espectadores e o público que nunca acompanhou com afinco a saga. Daisy Ridley como a heroína misteriosa, Rey, uma catadora de lixo do planeta Jakku foi, de fato, uma ótima descoberta. Linda e simpática, tem jeito para cenas de ação. Participou anteriormente de séries de TV e de filmes como "Scrawl", 2015, um misto de terror e fantasia do diretor Peter Hearn. E, do curta-metragem: "Lifesaver", 2013, drama dirigido por Martin Percy, creio que o seu portfólio mais decisivo.  O mais curioso foi deixá-la com o seu charmoso e inconfundível sotaque britânico. Impossível não ama-la logo que imediatamente. Tem muito de Luke Skywalker nela, um pouco de Lara Croft e de She-Ra, também. Não é sexualizada e tem um ímpeto, uma força, delirantes. Diferente da Leia e da Padmé Amidala que são heroínas mais, digamos, da realeza. John Boyega, alvo do preconceito racista (e por vezes até velado) nas redes sociais, foi outra boa escolha. O soldado desertor, Finn (FN- 2187 codinome que é uma referência ao número da cela em que a Princesa Leia fica presa em "Uma Nova Esperança") que descobre que tem uma missão certa ao fugir e abandonar a Primeira Ordem depois de ficar chocado com a crueldade cometida pelo esquadrão militar. Não poderia existir um personagem mais interessante, com sua dualidade, carisma e alívio cômico. O cara manda muito bem. Tinha visto ele num filme chamado "Ataque ao Prédio", 2011, dirigido por Joe Cornish e já se notava uma versalidade física e dramática. Outro, só que mais conhecido até então, é o bonitão e talentoso, diga-se, Oscar Isaac como o melhor piloto da Resistência, Poe Dameron, em missões especiais ordenadas pela General Leia. Sou completamente apaixonado pelo filme "Balada de um Homem Comum" (Inside Llewyn Davis, 2013), dos Irmãos Coen e fiquei absolutamente fã dele na confirmação do filme "Ex_Machina: Instinto Artificial" (2015),do diretor Alex Garland. Issac traz um diferencial ao personagem. Tem um pouco dos pilotos da saga como o ícone Wedge Antilles, interpretado por Denis Lawson (que curiosamente é tio do ator Ewan McGregor que foi o Obi-Wan Kenobi nos recentes) líder do Esquadrão Rogue One e exímio piloto de um caça X-Wing e ainda por ter sobrevido as batalhas épicas em Yavin, Hoth e responsável também pela destruição da Estrela da Morte 2. Poe, tem a mesma coragem e destreza ao pilotar um caça e também assemelha-se até mesmo com Han Solo. Issac, representa, nesta diversidade étnica, o povo Latino. E com maestria. Uma mulher, um negro e um Latino, são as alegrias deste novo SW! Inicialmente, Dameron era referido como John Doe e foi destinado primeiro a ser um Jedi. Eventualmente, mudaram o personagem sendo um caçador de recompensas com um companheiro Wookiee. Depois, o transformaram em piloto e ele iria morrer no início da trama, mas o diretor JJ achou melhor aproveitar Poe e desiste de matá-lo. Houve também a polêmica sobre a  sua sexualidade. De que ele, de fato, seria homossexual e apaixonado por Finn. Issac declarou que aprovaria o enredo, mas tudo isso não passa de especulações que já são parte do mito e falácia da história de SW. 

Não é uma bolha de bilhar....é o carismático BB8 
A volta de Harrison Ford (Solo), Carrie Fisher (Leia), Peter Mayhew (Chewbacca), Anthony Daniels (C3PO) e pontinha de Mark Hamill (Luke Skywalker) criam momentos de puro êxtase. Ford, como sempre, dispensa comentários. É capaz de reviver os personagens que o tornaram famoso com a mesma garra e força juvenil de sempre. Existe uma saudação importante ao Han Solo nesse filme. Eu sentia, desde o início da cena mais marcante;  "Chewie we're home", um ensaio de despedida. E, dignamente, Ford realiza aquilo que era um desejo seu há muito tempo naquela Galáxia distante... Carrie, já estava um tanto enferrujada como Leia e reviver a personagem, segundo a atriz, foi uma tarefa difícil e o horror  que que foi o primeiro dia no set de filmagem. Esse negócio de que ela não atuava fazia tempo é pura balela. Sempre ativa, a vi no recente "Mapa para as Estrelas" (2014), do diretor David Cronenberg fazendo ela mesma! O problema, de fato, era trazer de volta aquela Leia de outrora. JJ dirige tudo com maestria e dá a merecida dignidade ao elenco velho. Até mesmo, Mayhem, que sofre de um problema físico, tem um dublê para as cenas de ação. Daniels, a único homem que pode dar vida ao querido Threepio, também tem o seu momento assim como os amigos  humanos, o de ter vivido grandes experiências e, é claro, com as ótimas tiradas cômicas. Gostei do fato dele e do R2D2 não serem os protagonistas e ou/ coadjuvantes centrais da história. Como sempre, Lucas os manteve na linha de frente e na trilogia original a trama era contada pelo ponto de vista dos robôs. Agora, outro robozinho rouba as cenas. Uma fantástica criação da robótica com auxílio de controles remotos e fantoches. Eis que BB8 encanta desde sua aparição no Teaser. Eu fico imaginando porque Lucas não pensou nele na segunda Trilogia? Trocar um Jar Jar Binks por um BB8 seria a coisa certa a fazer. Acho genial ele ser um robô esférico com movimentação livre e o mais importante: nada de CGI. É tudo construído na raça com interação real e ainda com uma consultoria de voz fantástica de Bill Hader e Ben Schwartz, já que toda a mecânica era trabalho de Brian Herring e Dave Chapman. Deu mas trabalho do que o Artoo Detoo que era movimentado pelo anão, o ator Kenny Baker, que neste faz também apenas consultoria. 

A vilania também não deixou a desejar, Evidentemente que substituir o maior vilão de todos os tempos, refiro-me ao colossal Darth Vader (James Earl Jones, David Prowse, Hayden Christensen) é uma missão impossível. No entanto, na história da saga sempre existiu vilões marcantes, seja o caçador de recompensas, Boba Fett e até mesmo o subestimado Darth Maul (Episódio I). Kylo Ren, vivido pelo sensacional Adam Driver (do incrível "Frances Ha", 2012, de Noah Baumbach), não consegue se livrar do destino, que é a herança maldita da família Skywalker. A tentação para o Lado Sombrio da Força, mas, desta vez é o inverso. Sabiamente, os roteiristas definem que Ren sofre com o Lado da Luz. Um conceito nunca utilizado abertamente nos filmes anteriores. A priori, falava-se dos perigos de sentir ódio, desejos de vingança e apego, medo, etc que são caminhos para a escuridão, mas nada com relação aos Sith de que eles poderiam sentir-se atraídos pelo lado bom. Vader, de certa forma, sofria, também, com essa dualidade frente ao filho Luke, quem o salvou da maldição. Temas que se repetem e ao mesmo tempo trazem coisas novas. É errado dizer que Kylo Ren é uma cópia de Darth Vader. No filme, claramente, ele faz referências míticas, religiosas, a figura do avô, no caso Vader. Ele tenta seguir seus passos. Portanto, como todo jovem imaturo, inseguro, é normal se espelhar em alguém e criando uma semelhança de identidades. Driver traz sangue nos olhos e foco dramático em suas cenas. Quando esta sem a máscara fica ainda mais interessante. Ao mesmo tempo, demonstra que esta num abismo e suas cenas com Harrison Ford (aquela cena em questão...) é de arrepiar os cabelos do corpo. Lindamente, Driver cria o conflito de maleficência e fragilidade.  As cenas de luta, assim como as de tortura psicológica na qual é um algoz, evidenciam perfeitamente quando ele é uma ameaça e quando é fraco. Totalmente despreparado para enfrentar Rey,  que curiosamente em "Império Contra-Ataca" era Vader quem detinha controle e Luke despreparo. 



Com relação a figura de Snoke, o Líder Supremo dos Sith, ainda tudo é muito nebuloso. Mais nebuloso do que a ótima ideia de retratá-lo aqui como uma figura endeusada pelo holograma gigante. O fato é que o ator que vive este suntuoso vilão é o experiente Andy Serkis. Com sua famosa interpretação pela captura de movimentos (Senhor dos Anéis, O Hobbit, Planeta dos Macacos), Serkis sempre humanizou os personagens, geralmente criaturas fantásticas (exceto o Macaco César), que interpretou. O que me incomodou um pouco foi o personagem General Hux. Gosto do ator Domhnall Gleeson, mas ainda não me convenceu como um substituto de Grand Moff Tarkin (o saudoso e lendário Peter Cushing). Espero que tenha mais relevância no próximo filme. E digo o mesmo para a interessante e toda cromada, mas pouco aproveitada,  Capitã Phasma, interpretado pela ótima Gwendoline Christie (de "Game of Thrones"). Com esses últimos personagens citados, ficou uma não conclusão estranha em suas últimas cenas. Eu sei que eles retornarão, mas de qualquer modo ficou abrupto demais. Certamente será corrigido. 

Lupita no estúdio dando vida a personagem Maz Kanata
No quesito motion capture, houve a felicidade da escalação da vencedora do Oscar Lupita Nyong´o ("12 Anos de Escravidão", 2013) e a sua Maz Kanata, a pirata feminina milenar de toda a Galáxia é uma simpatia. Inicialmente, pensei que seria uma vilã como o Jabba The Hutt, mas curiosamente se mostrou uma nova Yoda. Seu entediamento com a força ainda não foi esclarecido, mas certamente terá um desempenho fundamental futuro. 

Com a continuada trilha musical inconfundível e emocionante de John Williams (sobretudo na cena final durante a escadaria do Templo Jedi), J. J. Abrams entregou, finalmente, um filme decente da franquia. A nostalgia fez suprir todas as expectativas altas. Embora com alguns deslizes na edição, sobretudo no clímax, nada atropela um filme que salta com tudo na velocidade da luz e retorna aquele tipo de filme de matinê, gostoso de se assistir. Um revival merecedor de Guerra Nas Estrelas. E, com um gancho final estupendo. Todos aguardaram ansiosamente pelo Retorno do Jedi, mas o filme, inteligentemente, é a busca por Luke Skywalker e o mistério do sabre-de luz azul resgatado que passou de pai pra filho. JJ soltou algumas pílulas, mas era proposital não entregar tudo de uma vez. Felizmente, teremos Star Wars todos os anos até "Primeira Ordem". Não vou mais aguardar três anos por cada capítulo e mais umas décadas para uma nova Trilogia. A força marcará presença em nosso calendário e já destaco com a esferográfica vermelha como sendo feriadão. Viva o cinema e ao retorno da Força! 


AVENTURA
2H 16MIN. 
DISNEY 
★★★★★


Uma Produção LUCAS FILM LTD.  BAD ROBOT
HARRISON FORD  MARK HAMILL  CARRIE FISHER  ADAM DRIVER  DAISY RIDLEY
JOHN BOYEGA  OSCAR ISAAC  LUPITA NYONG´O  ANDY SERKINS  
DOMHNALL GLEESON   ANTHONY DANIELS como C3PO  
PETER MAYHEW   E MAX VON SYDOW     
Música JOHN WILLIAMS 
Fotografia de DAN MINDEL   Edição MARY JO MARKEY e MARYANN BRANDON
Direção de Arte RICK CARTER  e DARREN GILFORD
Produzido por 
    KATHLEEN KENNEDY   
   J.J. ABRAMS   
BRYAN BURK
Roteiro LAWRENCE KASDAN   J.J. ABRAMS  MICHAEL ARNDT
Baseado em Personagens Criados por 
GEORGE LUCAS 
Dirigido por 
J. J. ABRAMS
©2015 Lucas Film LTD /  Walt Disney

Um comentário:

Amanda Aouad disse...

Também sou fã da saga e fiquei muito feliz de ver o resultado desse filme superar com louvor a última trilogia. Mas, ainda assim não consigo ser tão entusiasta ao ponto de dar cinco estrelas, rs. Acho um ótimo filme, uma o homenagem aos fãs que resgata o espírito de Star Wars. Mas, algumas coisas me incomodam ainda, como o vilão. Acho interessante também esse sofrimento com a atração pelo lado bom que você destaca, mas, a construção de Kylo Ren é muito estranha, tentam emular Darth Vader naquele cena inicial, e depois vemos ainda um aprendiz com dúvidas que consegue apanhar até de Finn, rs.

De qualquer maneira, é mesmo um ótimo filme. Que venha os próprios.

bjs